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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Perigo, perigo, perigo...

Ao que parece, hoje em dia, uma relação sexual dita normal já não satisfaz os clientes que procuram acompanhantes. 
Instuticionalizou-se que o oral deverá no mínimo ser ao natural (ainda dizem que somos nós que impomos as regras... é que quem não o fizer, ou é novinha e podre de boa, ou quase não trabalha...), se finalizar na boquinha fantástico, mas se engolir é algo estratosférico! E lá vão todos a correr que nem gazelas... 
Claro que se a menina tiver cuidados de higiene oral os riscos diminuem, mas a questão é: uma menina tem estes cuidados, mas outra cuja realidade é diferente e nunca foi ensinada a tal,e ambas partilham clientes. Não vos parece que poderiam ter um pouco mais de consciência de onde metem a pila?! Se estão com miúdas em que se apercebem que elas nem banho tomam entre clientes, mas que fazem o oral natural até ao fim, acham mesmo que foram bochechar a boca com elixir? Basicamente, quando ela põe a vossa pila na boca, vem com restos de sabe-se lá quantos homens que a mesma chupou nesse dia...
Mas isto é a ponta do iceberg! De à dois anos para cá, assisti ao incremento de homens a pedirem logo no contacto telefónico "tudo ao natural", ou a tentarem no acto sexual enfiarem-se dentro de nós sem preservativo... O pior é que há miúdas que facilitam, achando que vão fidelizar o cliente... É possível que sim, mas durante quanto tempo? E valerá mesmo o risco???
É extremamente complicado ter um homem em cima de nós a tentar enfiar-se sem protecção. Tem de se ter um jogo de anca daqueles, ter força nas pernas ou simplesmente por a mão a tapar a passarinha, enquanto o cliente suplica que "só quero roçar-me no teu clitóris/lábios (vaginais)"; "só quero meter a cabecinha"; " deixa lá entrar só um bocadinho"; "não ponhas essa porcaria, eu sou tão saudável, senta-te aqui assim (ao natural)"; "não sinto nada com essa porcaria, ao natural é que era bom!". E outras pérolas no mesmo segmento... Enquanto isto a menina, para além de ter de proteger os seus orifícios, tem de repetir NÃO, NÃO, NÃO, até (quase) à exaustão!!! E há clientes que ainda se espantam de a menina nunca mais lhe ter atendido as chamadas...
Outra situação perigosa, embora muito apreciada pelos homens, é o CIF (Cum In Face). Se por um acaso o sémen acertar num olho a irritação é instantânea, podendo até gerar uma inflamação. Mas se o homem tiver qualquer infecção que seja, esta entra directamente na corrente sanguínea da menina. Quando alguém quer finalizar no meu corpo digo sempre: "do pescoço para baixo". Mas há aqueles para quem "baixo" significa mesmo "lá em baixo"!!! Ainda hoje me recordo de um que quando sentiu que se estava a vir, saiu de dentro de mim (estava ele por cima), diz-me para ficar quietinha e aponta para a minha vagina!!! Eu apercebi-me e dei um salto para trás bem a tempo, com ele a reclamar para eu estar quieta e a tentar acertar onde não devia! Teve pouca sorte, pois ficou-se pela coxa! Mas o olhar dele era de sádico... Dos maiores sustos que apanhei... Porque teria ele aquela atitude?
À dias, ligou-me um pseudo-submisso. Parte da sua fantasia consistia em ejacular para o meu ânus para depois lamber. Recusei, pois claro! Ainda disse que seria aceitável se fosse para o rabo e costas... Não, queria mesmo para o ânus! Ainda lhe tentei explicar que era uma prática perigosa, pois o sémen entra em contacto com as mucosas... Ofendeu-se!! Muito sinceramente, espero que não encontre nenhuma desesperada que aceite tal proposta!
E finalizando com a cereja no topo do bolo: esta situação não se passou comigo, mas com uma colega. Um senhor liga a perguntar condições, etc e tal... Pergunta pelo anal e se pode ser sem protecção... Ao que a menina responde peremptóriamente que não!! Resposta? "Mas qual é o problema? Tu não engravidas pelo cú!"...

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Sweet Purple







Sweet Princess

Resolvi arranjar um cantinho para os meus meninos que gostam de levar tau-tau e afins.

http://sweetprincess8.blogspot.pt/

p.s. quero muitos comentários...e para os meninos que mereçam escreverei sobre as suas aventuras...eheheheh

sábado, 22 de agosto de 2015

Agradecimentos

Há coisas que temos mesmo de fazer, e esta é uma delas.
Após três meses de ausência, uma mudança de look radical e uma volta meio inesperada (causada pelo abandono do projecto que tinha em mãos pela outra parte), tenho de agradecer a todos os que me apoiaram.
Convenhamos: eu não estava à espera de ter de partilhar a minha nova imagem tão cedo... 
Aconteceu... 
Mas lidar com o inesperado não é nada fácil! 
As inseguranças assaltaram-me! Não me sentia feminina ou desejável para o homem que procura uma acompanhante. Os homens gostam de cabelo, e quanto mais comprido melhor! 
Timidamente lá retomei alguns contactos, avisando sempre da mudança de visual. Foram uns queridos, sempre com boa disposição e piadas do género: "Estou chocado, estás com o cabelo mais curto que o meu!" ou "Tiraste aquele cabelo de tia de cascais, fizeste muito bem pois estás mais nova!".
Tenho de agradecer também ao fotógrafo do Docemassagem. Quando lhe liguei para agendar a sessão soube que ele ia de férias daí a dois dias!!! Mas eu não podia esperar a sua volta! Ou tirava as fotos "agora" ou poderia perder o embalo! Um querido como sempre lá me encaixou no final do dia. Um reencontro com um abraço sincero e muitos "és maluca" saíndo do seu sorriso. Na manhã seguinte as fotos estavam no site. Agradeci de coração.
E lá vem aquele pânico surdo... Tenho a perfeita noção de que as fotos estão mais simples que o habitual. Foi uma opção minha, mas agora questiono se terei feito bem?
Cheia de nervos mandei o link por mensagem privada para alguns contactos a pedir a opinião, explicando as minhas inseguranças. Só tenho a agradecer o apoio que me deram. Não irei nomear, mas são uns meninos muito queridos.
Lá me lancei aos leões e tem corrido bem, pois parece que (tirando uns palermas) os homens afinal não ligam assim tanto ao comprimento do cabelo. Querem é ser bem tratados. :)






quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Uma história de sobrevivência

Após 25 anos de trabalho sexual forçado, uma mulher conta como recuperou a sua vida.
Ela foi vítima de brutalidades incríveis, a começar pelo facto de ter que se prostituir para pôr comida na mesa dos filhos. Mas, após 25 anos de trabalho sexual forçado e depois de ter sido violada, traficada, baleada por 5 vezes e apunhalada por 13 vezes, ela recuperou a vida e conta-nos a sua história.
A norte-americana Brenda Myers-Powell começou a trabalhar no mundo do sexo quando era apenas uma menina de 14 anos, na década de 1970. Mas aos 4 já era vítima de abusos sexuais e acabou a trabalhar nas ruas, sendo explorada por um grupo de proxenetas.
Depois de deixar o mundo do trabalho sexual forçado, passou a dedicar a vida a garantir que outras meninas não passam pelo mesmo tormento que ela passou.
Ora leia o seu testemunho comovente que releva a importância de legalizar o trabalho sexual, como forma de proteger os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras do sexo...

"Desde o início, a vida deu-me limões, mas sempre tentei fazer a melhor limonada possível.
Cresci em Chicago na década de 1960. A minha mãe morreu quando eu tinha seis meses de idade. Ela tinha apenas 16 anos e nunca soube de que morreu. A minha avó, que bebia mais do que a conta, não me conseguiu dizer.
Foi a minha avó quem ficou encarregue de mim. Não era má pessoa; de facto, tinha um aspecto maravilhoso. Lia-me histórias, assava-me coisas e cozinhava as melhores batatas. Mas tinha um problema com o álcool. Trazia os amigos do bar para beber em casa e quando ela colapsava da bebedeira, esses homens faziam-me coisas.
Isso começou quanto tinha 4 ou 5 anos e tornou-se algo habitual. Estou certa de que a minha avó não o sabia.
Ela trabalhava como empregada doméstica nos subúrbios. Levava duas horas a ir e duas a voltar. Por isso, eu carregava uma chave em torno do pescoço e ia e vinha sozinha do jardim de infância. Os abusadores sabiam e aproveitavam-se disso.
Era uma menina muito extrovertida e ria-me muito. Ao mesmo tempo, tinha medo, tinha sempre medo. Não sabia se o que estava a passar era por minha culpa ou não. Talvez tivesse algo mau.
Apesar de ser uma menina inteligente, desliguei-me da escola.
Quando chegou à década de 1970, converti-me no tipo de miúda que não sabia como dizer "não": se os rapazes da comunidade me diziam que gostavam de mim ou me tratavam bem, basicamente podiam fazer o que quisessem comigo.
Quando completei 14 anos já tinha duas filhas de rapazes do bairro.
A minha avó começou a dizer que eu tinha que ganhar dinheiro para pagar por esses filhos, pois não havia comida... Não tínhamos nada.
Assim, numa noite - uma Sexta-Feira Santa -, parei em frente a um hotel. Tinha colocado um vestido de duas peças que me tinha custado 3,99 dólares, sapatos de plástico baratos e tinha pintado os lábios de laranja, pois pensava que isso fazia com que parecesse mais velha.
Tinha 14 anos e chorei durante todo o tempo. Mas fi-lo. Não gostei, mas os cinco homens que estiveram comigo nessa noite mostraram-me o que fazer. Sabiam que era jovem e era como se isso os excitasse.
Ganhei 400 dólares. Fui para casa no comboio e entreguei quase todo o dinheiro à minha avó que não me perguntou onde o tinha arranjado.
No fim-de-semana seguinte voltei ao mesmo lugar e parecia que a minha avó estava contente quando voltei com dinheiro.
Mas, na terceira vez que fui, um par de homens bateram-me com uma pistola e colocaram-me na mala do seu carro. Já se tinham aproximado de mim antes, a dizer-me que eu "não estava representada" naquela rua.
Primeiro, levaram-me a um campo no meio de nenhures e violaram-me. Depois, levaram-me para o quarto de um hotel e fecharam-me num armário. Isto são o tipo de coisas que os proxenetas fazem para enfraquecer as meninas.
Deixaram-me ali por muito tempo. Eu suplicava-lhes que me deixassem sair porque tinha fome, mas disseram-me que só o fariam se aceitasse trabalhar para eles.
Obrigaram-me a fazê-lo durante cerca de seis meses. Não me deixavam ir a casa. Tratei de fugir, mas apanhavam-me e castigavam-me de forma dura.
Depois, fui traficada por outros homens. O abuso físico era horrível, mas o abuso real era o mental: as coisas que te diziam ficavam dentro de ti e nunca se podia sair do vazio.
Os proxenetas são muito bons a torturar e a manipular. Alguns fazem coisas como despertar-te a meio da noite, apontando-te uma pistola à cabeça. Outros fingem que te valorizam e uma pessoa sente-se como "Uma Cinderela e chegou o meu Príncipe Encantado".
Parecem tão doces e encantadores e dizem-te: "Só tens que fazer isto por mim e depois vêm os bons tempos." e pensa-se: "A minha vida já foi tão dura, que importa um pouco mais?". Mas nunca se chega aos bons tempos.As pessoas descrevem a prostituição como algo glamoroso, elegante - como na história do filme "Pretty Woman" -, mas não é nada parecido.
Uma prostituta pode deitar-se com cinco estranhos por dia. Num ano, são mais de 1800 homens com os quais mantém relações sexuais ou sexo oral.
Não se tratam de relações, ninguém me trazia flores, garanto-te. Estavam sim, a usar o meu corpo como um banheiro. E os clientes são violentos.
Dispararam contra mim cinco vezes e apunhalaram-me 13 vezes.
Não sei porque é que esses homens me atacaram. Só sei que a sociedade faz com que se sintam confortáveis a fazê-lo. Trouxeram consigo a sua ira ou a sua doença mental ou o que seja e decidiram vingar-se numa prostituta, sabendo que eu não podia ir à polícia e que se o fizesse, não me levariam a sério.
De facto, tive sorte. Conheci mulheres bonitas que foram assassinadas nas ruas.
Fui prostituta durante 14 ou 15 anos antes de experimentar as drogas. Mas, depois de um certo tempo, depois de te deitares com todos os que podes, depois de te terem estrangulado, de te terem posto uma faca na garganta ou uma almofada sobre a cabeça, precisas de algo que te dê valentia.
Fui prostituta durante 25 anos e em todo esse tempo nunca soube como sair disso.
Mas no 1.º de Abril de 1997, quando tinha quase 40 anos de idade, um cliente atirou-me do seu carro. O meu vestido ficou agarrado à porta e ele arrastou-me por seis blocos. Arrancou-me a pele da cara e de uma parte lateral do corpo.
Fui ao hospital e levaram-me logo para as Urgências. Por causa do estado em que estava, chamaram um agente da polícia que me viu e disse: "Eu conheço-a. Não passa de uma puta. Certamente, bateu nalgum gajo e roubou-lhe dinheiro e teve o que merecia".
Eu ouvia como a enfermeira se ria com ele. Deixaram-me na sala de espera, pois eu não valia nada, como se não merecesse os Serviços de Emergência depois de tudo.
E foi nesse momento, enquanto esperava que chegassem os do próximo turno e que alguém me atendesse, que comecei a reflectir sobre a minha vida.
Até então, tinha sempre tido alguma ideia do que fazer, para onde ir, como levantar-me de novo. De repente, era como se me tivessem acabado as ideias.
Recordo que olhei para cima e disse a Deus: "Não importo para esta gente. Podes ajudar-me, por favor?". Deus ocupou-se de mim imediatamente. Uma doutora veio, atendeu-me e disse-me para ir à assistência social do hospital.
O que sabia da assistência social era que eram tudo, menos sociais. Mas deram-me um bilhete de autocarro para que fosse a um lugar chamado Casa Génesis que liderava uma inglesa maravilhosa chamada Edwina Gateley, quem se converteu na minha heroína e mentora. Ajudou-me a mudar a minha vida.
Era um Centro de Acolhimento e lá tinha tudo o que precisava: não tinha que preocupar-me em pagar a roupa ou a comida, nem em arranjar trabalho. Disseram-me para tirar tempo e para ficar por quanto fosse necessário.
Fiquei quase dois anos. A minha cara curou-se, a minha alma curou-se: recuperei a Brenda.
Graças a Edwina Gateley, aprendi o valor dessa profunda ligação que pode acontecer entre mulheres, esse círculo de confiança, amor e apoio que um grupo de mulheres pode dar umas às outras.
No início, quando deixei a Casa Génesis só queria um emprego, pagar impostos e ser como toda a gente. Mas comecei a ser voluntária com trabalhadoras sexuais e a ajudar numa investigação de uma universidade.
Depois de um tempo, dei-me conta de que ninguém estava a ajudar essas jovens. Ninguém ia e lhes dizia: "Eu era assim, eu já estive aí. Agora sou assim e tu também podes mudar, tu também podes aliviar-te".
Assim, em 2008, junto com Stephanie Daniels-Wilson, criamos a Fundação Dreamcatcher [Caçador de Sonhos].
Um caçador de sonhos é um objecto dos nativos americanos que se prende ao berço das crianças. Supõe-se que não deixe passar os pesadelos. É isso que nós queremos fazer: afuguentar esses maus sonhos, essas coisas más que aconteceram a mulheres jovens e adultas.
Até ao momento, temos 13 meninas que já terminaram a secundária e que estão na Universidade. Conhecêmo-las quando tinham 11, 12, 13 anos de idade e estavam completamente destruídas. Agora, estão a tentar alcançar as estrelas.
Além disso, dou conferências e contribuo com investigações académicas sobre a prostituição.
As pessoas dizem coisas diferentes sobre a prostituição.
Deixa-me perguntar-te uma coisa: a quantas pessoas animarias para que deixassem o seu emprego e se tornassem prostitutas? Dirias às tuas amigas próximas ou familiares: "já pensaste em ser puta? Podia ser muito bom para ti!"?
Alguns pensam que o que ajudaria as trabalhadoras sexuais é que o seu trabalho não fosse ilegal.
Eu creio que é verdade que cada mulher tem a sua própria história.
Pode estar bem para uma, que esteja a pagar a sua carreira de Direito, mas não para outra que foi abusada quando era menina, que nunca teve outra opção, que estava apenas a tentar arranjar dinheiro para comer.
Mas, pode sempre encontrar-se um louco que chegue com outros três ou quatro tipos, que te metam à força num quarto e te violem em grupo, que te roubem o telemóvel e todo o teu dinheiro. De repente, não tens como ganhar a vida e estás golpeada. Essa é a realidade da prostituição.
Depois de ter sido prostituta, sinceramente não estava preparada para ter uma relação. Mas, após três anos de abstinência, conheci um homem extraordinário. Nunca me julgou por nenhuma das coisas que passaram antes de nos conhecermos. Apoia-me em tudo o que faço e, no ano passado, celebramos o nosso 10.º aniversário de casamento.
As minhas filhas, que foram criadas por uma tia minha nos subúrbios, agora são umas jovens incríveis. Uma é doutora e a outra trabalha com a justiça.
Pelo que, estou aqui para dizer-te: há vida depois de muito dano; há vida depois de muito trauma.
Há vida depois de as pessoas te terem dito que não és nada, que não vales nada e que nunca conseguirás nada.
Há vida. E não estou a falar de um pouco de vida. Há muita vida."

Quente ou frio?

Como te apetece seres saboreado? ;)



sábado, 15 de agosto de 2015

Slaves come to me

Este post é dedicado a potenciais escravos, adoradores ou submissos. Quem não estiver interessado em ingressar numa das categorias deverá abster-se de ler ou comentar, pois não irá compreender os conceitos.

Por norma até sou bastante light quando escrevo no blog acerca de fetiches e dominação, talvez por pensar no publico generalista e na opinião pública... Mas hoje acordei com vontade de expressar este meu lado meio oculto...
Embora muito doce e meiga sou dominante por natureza. 
Apercebi-me de que sinto falta do chicote na mão a vergastar um corpo alheio...de deixar um cú todo fodido por ter enfiado o strap-on até ao limite...obrigar um gajo de 1,90m a vestir a minha roupa, bater uma para cima das minhas maminhas e em seguida lamber tudinho...
Os meus pézinhos precisam ser adorados. Têm de estar em forma para pisarem os meninos mal comportados...Ehehehe...
Os meninos que estão sempre com sede é favor avisar antes. Não tenho paciência para ouvir "não tens mais???"...Os que têm fome, por mim continuarão com fome...
Só aceito ao meu serviço quem sabe muito bem o que quer e após entrevista telefónica ou por email. Não aceito regateios...O meu tempo é dinheiro, não tens? Se me queres servir com vontade arranjas, que eu sei...
Aviso já que detesto roupa de látex ou napa, aquele "nhec nhec" que produz quando nos movimentamos é absolutamente irritante!!! Fora o calor que provoca! A masoquista não sou eu! Para além do mais, considero bem mais torturante estar com um vestidinho curto sem cuequinha sem me poderes tocar...
Estou à espera que tragas os collants que me vais vestir, para depois rasgares...tu que me podes tocar, pois o outro não pode ;)
E já te falei das minhas unhas? Desejosas de se enterrarem na tua pele... A sensação de ardor perdura por dias...
Poderei comparar-me à Catwoman...menina doce que se tranforma de uma forma selvaticamente malandra...

Aguardo o teu email (preferencialmente)....

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Horários mês Agosto

Este post será alterado/acrescentado conforme a minha vida pessoal determinar a disponibilidade para a profissional.

Sexta- feira 14 - atendimento por marcação das 9h às 23h

Sábado 15 - atendimento por marcação das 9h às 19h

Domingo 16 - possível atendimento com marcação, mas apenas a quem já conheça.

2a feira 17 - sessão de fotos

3a feira 18 - atendimento por marcação das 9h às 23h

4a feira 19 - atendimento por marcação das 9h às 23h

5a feira 20 - atendimento por marcação das 9h às 23h

6a feira 21 - atendimento por marcação das 9h às 20h

Sábado 22 - atendimento por marcação das 9h às 23h

Domingo 23 - atendimento por marcação das 9h às 23h

2a feira 24 - atendimento por marcação das 9h às 23h

3a feira 25 - atendimento por marcação das 9h às 23h

4a feira 26 - atendimento por marcação das 9h às 23h

5a feira 27 - atendimento por marcação das 9h às 23h

6a feira 28 - atendimento por marcação das 9h às 23h

Sábado 29 - atendimento por marcação das 9h às 17h


P.S. Se querem o atendimento às nove da manhã, marquem do dia anterior. Se querem o atendimento para as 23h, marquem com antecedência. Recordo: eu sou independente e trabalho com marcações (preferencialmente). Às vezes acontece terem sorte de eu estar no app e ter disponibilidade, mas o meu horário não implica que me encontre no mesmo. Significa que aceito marcações num horário alargado.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Dupla Doce Nobre

Para quem não sabe, depois de três meses e meio ausente das lides, voltei. :)
Desta feita escolhi um espaço recente em Telheiras. Extremamente discreto, decorado com bom gosto e música ambiente zen. A higiene e o asseio são aqueles a que vos habituei. 
Mas indo ao ponto que interessa...a dupla..eheheheh.
Como sabem quando encontro uma amiguinha com quem crio afinidade, procuro a disponibilidade da mesma para fazer dupla comigo. 
A menina em questão chama-se Sílvia Nobre. Extremamente simpática e atenciosa.
Apenas estamos dísponiveis para a dupla no programa de  uma hora (damos sempre mais um tempinho, não somos rígidas nesse ponto, descansem). E isto, porque para se aproveitar devidamente o momento de saborear duas mulheres que variam entre o meigo e fogoso, é preciso tempo.


Abaixo as nossas últimas sessões:




quinta-feira, 6 de agosto de 2015