Seguidores

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Horário de Natal

Durante as semanas natalícias o meu horário irá sofrer alterações:

2a feira 15 Dezembro: atendimento até às 24h

3a feira 16 Dezembro até 3a feira: atendimento das 9h às 19h

24 e 25 de Dezembro não estarei a atender.

Os restantes dias ainda não sei como serão os horários, informarei assim que possível.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Sweet sacrifice


Conversas de cú

Sempre ouvi os mais velhos dizerem frases como: "Já não tenho idade, nem paciência para X". Parece-me que esse mal me assoma, tendo em conta a proximidade de mais um aniversário...Irei atribuir a minha falta de paciência à velhice, então...
Nesta semana de (suposta) celebração, (não tarda enrolo-me na manta e acordo para a semana) o pessoal em vez de tirar senha para me foder, tirou senha para me foder o juízo!!!
Se ao atender uma chamada e explicar "como funciona" (qualquer dia respondo : "como um ser humano..."), esclarecendo desde logo o que faço e não faço, invariavelmente levo com um :"Ooohhh, mas porquê? Sabe tão bem!". Para evitar explicações e divagações sobre o meu recto, deixei de fazer qualquer alusão ao assunto. É que parece-me óbvio que se algo assim não entra na conversa, é porque não entra nos serviços prestados... Maaaasss... os homens andam cm uma fixação qualquer por comer rabos (nem vou tecer comentários...) e lá fazem a bela da pergunta: "É completo?", levando com a resposta óbvia :"Eu referi-o?". Alguns não percebem à primeira, outros passados uns segundos de reflexão (será que estiveram atentos à matéria dada?...) lá respondem o óbvio... :"Não."
Já cansa... Se querem uma gaja que dê o cú, poupem o vosso tempo e o nosso e após os cumprimentos perguntem logo: "Importa-se de referir se faz atendimento completo?". A menina diz que sim, fantástico. Diz que não agradeçam e pronto... 

sábado, 11 de outubro de 2014

I wish you were...

A minha mais longa relação - Parte I


Não sei precisar à quantos anos nos conhecemos. Sei que estava a aventurar-me como acompanhante ainda numa realidade recente. Tive a ideia de mudar a localização do meu anúncio para o distrito onde estava de férias. Foi uma daquelas ideias! Não tinha local onde atender, a disponibilidade era extremamente reduzida… mas logo se veria…
Recebi alguns telefonemas, mas sem local tornava-se complicado… O telefone toca mais uma vez… Do outro lado uma voz nervosa de um jovem iniciante (nas lides, entenda-se). Conversámos um pouco, condições dadas entre risota e a promessa de um novo contacto.
E não é que telefonou mesmo?! Para ele a questão do alojamento não era impedimento, por isso o nosso encontro se tornou possível. Lá lhe dei as coordenadas da cidade onde me encontrava. Mandei-o para uma rua relativamente perto, mas distante o suficiente da minha casa.
Chegou. E só nesta altura fui tomada por um pânico surdo. Apesar de conhecer a cidade, estava fora da minha zona de conforto. Não sabia como seriam os homens desta terra (e arredores). E se não fosse nada como se tinha descrito?  E se fosse mal-educado? E se…? E se…? E se…? Foi com estes temores na mente que saí ao seu encontro. Sem saber que ele também os tinha… Resguardou-se da forma que pôde: deu-me um nome falso, disse que estaria num carro completamente diferente do seu… Tinha receio que eu não viesse sozinha, que as fotos não fossem fidedignas, que não lhe agradasse em termos faciais…
Procuro o carro, e obviamente não o vejo. Chamam-me de outro carro. Sinto-me assustada e observo a rua (quase deserta) com atenção. Olho para dentro do carro e tranquilizo-me. Está sozinho. Entro no carro, cumprimentamo-nos e instala-se um silêncio constrangedor.  Parece que estamos num blind date. Embora nos tenhamos agradado mutuamente, sentimo-nos acabrunhados…
Ele sugere estacionar o carro na avenida principal, para podermos conversar um pouco. Anui. Embora mais calma, a ideia de mais luz e mais pessoas tranquilizou-me. Entabula-mos uma qualquer conversa de circunstância. Temos a mesma idade, por isso a empatia criou-se facilmente. Observamo-nos mutuamente e reparo com mais atenção no seu malandro sorriso. Gosto!
Decididos a seguir em frente, temos de resolver a questão logística… Ora bolas! Pensava que ele já tinha pensado nisso! Conheço (de vista) alguns hotéis, mas estando em época alta de certeza que ultrapassam o orçamento previsto…  Sugiro um pequeno hotel pelo qual passo para ir ao supermercado. E lá vamos nós…
Entramos, já tarde, envergonhadíssimos. Espeto com uma historieta (inventada na hora) ao recepcionista de que somos um casalinho de namorados e temos a casa cheia de família e queremos estar “à vontade”. Entreolhamo-nos numa súbita cumplicidade e enfrentamos juntos o olhar semi-trocista, semi-compreensivo do recepcionista. Informa-nos, com um ar algo pesaroso, que só tem vaga a suite. Encolho os ombros… não posso opinar verbalmente, mas olho para ele com ar de “quero mesmo estar contigo”. Não sei se foi isso que o convenceu, mas juntando o tardar da hora, a nossa falta de conhecimento de outros locais, e decide que ficamos…
A suite tem uma sala com sofá, mesa e um divã (do qual só dei conta na manhã seguinte), um quarto com cama de casal e uma casa-de-banho.
Poiso a mala e encosto-me à mesa. Finalmente sós. Vejo-o avançar timidamente até que se dá um clique e ele me enlaça a cintura, encosta o seu corpo ao meu e os nossos lábios se encontram num encaixe perfeito. Sentindo o centro de mesa a esmagar-se debaixo do meu corpo, sugiro passarmos ao quarto… Desta noite tenho poucas memórias… Sei que nos enrolámos três vezes e que me fartei de resmungar quando a luz da casa-de-banho me encadeou… Demos conta das horas já eram seis da manhã… A noite passou num ápice e chegou a hora de nos apartarmos… Despedimo-nos com sorrisos, beijos e abraços…
Sem que nada o anunciasse, liga-me nesse mesmo dia mais tarde a perguntar se nos podemos encontrar novamente nessa noite. Diz que não lhe saio do pensamento e que adorou a nossa noite. Concordo com o novo encontro e desta feita dou-lhe a direcção da minha casa. Absurdo, eu sei… mas o meu instinto fez-me sentir que podia confiar nele.
À hora marcada apareceu. Ficámos tão felizes. A sensação era a de estar a receber o meu namorado que não via há dias!
Tinha preparado no chão da sala algumas mantas com um lençol por cima e para lá nos dirigimos…sedentos um do outro… Nessas duas semanas de Verão estivemos juntos cinco vezes. Fora os telefonemas e mensagens. Acabadas as minhas férias, volto à rotina e esta aventura fica na memória como isso mesmo… Sinceramente não me recordo se trocámos muitas ou poucas mensagens nos meses frios. Sei que lhe mandei uma mensagem a dizer que iria voltar e o entusiasmo dele foi surpreendente e contagiante. Mal podia esperar por lhe colocar novamente os olhos e as mãos em cima. Por esta altura já o deixava passar ao quarto, onde passávamos noites tórridas que invariavelmente acabavam com a aurora a entrar pelas frinchas da janela. Anunciando a urgência da sua partida.
Com o passar dos anos criou-se uma estranha relação. Ansiávamos pelo Verão, embora nos comunicássemos o resto do ano. Falávamos do meu trabalho, da sua namorada, de objectivos de vida, gostos musicais… Tivemos situações divertidíssimas: desde termos ido no carro até uma falésia (queríamos uma vista bonita) e terminados, ambos exaustos com as cabeças fora das janelas, completamente nus…eis que…surge a Polícia Marítima! Nem me mexi! Aliás nenhum de nós o conseguiria nem que quisesse!!! Peço-lhe para me alcançar a minha blusa e os seus boxers. Coloco a blusa em cima de mim e digo-lhe para fazer o mesmo com os boxers. “Pronto. Estamos vestidos!” – exclamo. A Polícia passa ao largo, verifica que está tudo bem e segue o seu caminho. Assim que se afastam fartamo-nos de rir da nossa figura.
Noutra noite embirramos em ir para a praia. Vamos ver as estrelas e ouvir o mar. Devemos ter escolhido uma das noites mais movimentadas! Desde pessoas a passearem os cães, a grupinhos estridentes de jovens, a pescadores de lulas, mas lá encontrámos um pedacinho de areia que nos pareceu isolado. Enrolados na areia, embalados pelo suave rebentar das ondas entretemo-nos nos preliminares e alheamo-nos do mundo. Às tantas olhamos para a beira-mar e damos conta que algum pescador passou a poucos metros de nós! A prova: várias canas de pesca espetadas na areia à beira-mar, uma das quais mesmo à nossa frente. Fartamo-nos de rir, meio envergonhados e conclui-mos que o melhor é irmos para dentro de casa.

Tivemos uma outra aventura na praia. Tinha-mos ido à discoteca e na volta passamos pela praia e vemos lá umas barraquinhas bem convidativas. Enfiamo-nos dentro de uma pois estamos cheios de tesão. Na discoteca a minha diversão tinha sido dançar encostada a ele, deixando-o entusiasmado. Afastava-me para o deixar arrefecer e depois encostava-me de novo. O rapaz estava absolutamente em brasa. E eu também. Mas já havia demasiada claridade para podermos estar no carro, daí a dita barraquinha parecer caída do céu. Como ainda estava frio da geada matinal não nos despimos completamente. Eu estava sentada em cima dele e as nossas mãos percorriam o corpo um do outro por baixo da roupa. Estamos quase num êxtase em que nem frio sentimos e um homenzinho abre a cortina pedindo desculpa. Apanhámos um valente susto! Respondendo que saíamos de seguida. Concluímos que apesar de o senhor tomar conta daquilo, já nos deveria ter visto e deu algum tempo a ver se me via nua. Com esta demos por findadas as nossas tentativas de aventura na praia. Nessa noite ficámos a seco. Mas a nossa cumplicidade não nos permitiu afobarmo-nos com isso. Estas pequenas aventuras apenas nos uniam mais.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O meu 1º cliente

Estão a ver uma menina assustada , pois é o seu primeiro dia num prostíbulo, meio tolinha e inocente... Daquelas que só tinha feito sexo oral a um homem na vida... Era eu...
Tinha trazido de casa um vestidinho preto curto, pareceu-me adequado, e comprei os meus primeiros sapatos de stilleto...Tive de treinar um pouco, pois apesar de baixinhos (tendo em conta os que uso hoje em dia), não me sabia equilibrar neles...
Deixaram-me trocar de roupa num dos quartos e segui para a sala das meninas. Não sabia como interagir com elas...Eram tantas!!! umas sorriram, outras ignoraram-me, outras olharam-me de lado... Sentei-me quieta num cantinho e fiquei a prestar atenção ás suas conversas, tentando perceber um pouco do meio onde estava.
De repente entra a recepcionista e diz: "Sara, tens uma marcação às 14h30." Fiquei sem ar.
Conforme o tempo passava aumentava a minha ansiedade. Chega a hora. Começo a perguntar às colegas mais próximas o que devo fazer. Todas me levantam o sobrolho e uma até me diz: "O que foi? Nunca fodeste com um homem?" Encolhi-me, pois percebi que não valia a pena tentar obter apoio delas.
A recepcionista leva-me ao quarto, justificando ao senhor que tinha de me explicar onde estavam as toalhas e lençóis e como tudo se processava a nível logístico.
Ele agarra-se a mim e fico algo encolhida...presa entre os seus braços e a parede...
O vestido que me parecia adequado revela-se um tormento...o fecho não quer abrir, a tira do pescoço não quer sair... Por fim lá me consegue despir, tira-me também as cuequinhas e o soutien, deixando-me apenas de sapatos e meias de liga...
Começo a fazer a cama e ele diz-me que não será necessário, pois apenas queria sexo oral...
Sento-me na beira da cama e ingenuamente questiono se quer com ou sem preservativo.
(Um pequeno à parte. Na altura eu não tinha nada do "kit". Já nem me recordo se comprei preservativos no supermercado ou na casa. Para o quarto apenas levei um preservativo na mão...)
Vejo os seus olhos maquiavélicos brilharem e diz-me que pode ser sem... (Na altura eu não sabia que ninguém lhes dava essa escolha)
Chega-se a mim com o membro em riste...respiro fundo e ponho-o na boca... O sacana aproveitando-se da minha ingenuidade não me avisa e ejacula... Cuspo imediatamente, enquanto ele continua a ejacular para cima das minhas coxas... E diz-me algo assim: " Ah..desculpa lá. Já te sujei toda." Mas num notório tom de gozo... Em estado de choque respondo que não faz mal e peço licença para me ir lavar... Tomei duche, lavei as meias, arrumei o quarto e fui chamar a recepcionista para avisar que o senhor ia sair...
Assim que voltei para a sala das meninas agarrei na minha escova de dentes e na pasta e corri para a casa-de-banho... durante as duas horas seguintes lavei os dentes diversas vezes... Sentia a minha boca suja e quando olhava para o espelho não reconhecia aquela pessoa... Não me recordo do resto deste dia, pois como a maioria das iniciantes estava em estado catatónico...
Mais tarde soube que este gajo só é chamado quando aparecem novidades "virgens"...