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sábado, 11 de outubro de 2014

I wish you were...

A minha mais longa relação - Parte I


Não sei precisar à quantos anos nos conhecemos. Sei que estava a aventurar-me como acompanhante ainda numa realidade recente. Tive a ideia de mudar a localização do meu anúncio para o distrito onde estava de férias. Foi uma daquelas ideias! Não tinha local onde atender, a disponibilidade era extremamente reduzida… mas logo se veria…
Recebi alguns telefonemas, mas sem local tornava-se complicado… O telefone toca mais uma vez… Do outro lado uma voz nervosa de um jovem iniciante (nas lides, entenda-se). Conversámos um pouco, condições dadas entre risota e a promessa de um novo contacto.
E não é que telefonou mesmo?! Para ele a questão do alojamento não era impedimento, por isso o nosso encontro se tornou possível. Lá lhe dei as coordenadas da cidade onde me encontrava. Mandei-o para uma rua relativamente perto, mas distante o suficiente da minha casa.
Chegou. E só nesta altura fui tomada por um pânico surdo. Apesar de conhecer a cidade, estava fora da minha zona de conforto. Não sabia como seriam os homens desta terra (e arredores). E se não fosse nada como se tinha descrito?  E se fosse mal-educado? E se…? E se…? E se…? Foi com estes temores na mente que saí ao seu encontro. Sem saber que ele também os tinha… Resguardou-se da forma que pôde: deu-me um nome falso, disse que estaria num carro completamente diferente do seu… Tinha receio que eu não viesse sozinha, que as fotos não fossem fidedignas, que não lhe agradasse em termos faciais…
Procuro o carro, e obviamente não o vejo. Chamam-me de outro carro. Sinto-me assustada e observo a rua (quase deserta) com atenção. Olho para dentro do carro e tranquilizo-me. Está sozinho. Entro no carro, cumprimentamo-nos e instala-se um silêncio constrangedor.  Parece que estamos num blind date. Embora nos tenhamos agradado mutuamente, sentimo-nos acabrunhados…
Ele sugere estacionar o carro na avenida principal, para podermos conversar um pouco. Anui. Embora mais calma, a ideia de mais luz e mais pessoas tranquilizou-me. Entabula-mos uma qualquer conversa de circunstância. Temos a mesma idade, por isso a empatia criou-se facilmente. Observamo-nos mutuamente e reparo com mais atenção no seu malandro sorriso. Gosto!
Decididos a seguir em frente, temos de resolver a questão logística… Ora bolas! Pensava que ele já tinha pensado nisso! Conheço (de vista) alguns hotéis, mas estando em época alta de certeza que ultrapassam o orçamento previsto…  Sugiro um pequeno hotel pelo qual passo para ir ao supermercado. E lá vamos nós…
Entramos, já tarde, envergonhadíssimos. Espeto com uma historieta (inventada na hora) ao recepcionista de que somos um casalinho de namorados e temos a casa cheia de família e queremos estar “à vontade”. Entreolhamo-nos numa súbita cumplicidade e enfrentamos juntos o olhar semi-trocista, semi-compreensivo do recepcionista. Informa-nos, com um ar algo pesaroso, que só tem vaga a suite. Encolho os ombros… não posso opinar verbalmente, mas olho para ele com ar de “quero mesmo estar contigo”. Não sei se foi isso que o convenceu, mas juntando o tardar da hora, a nossa falta de conhecimento de outros locais, e decide que ficamos…
A suite tem uma sala com sofá, mesa e um divã (do qual só dei conta na manhã seguinte), um quarto com cama de casal e uma casa-de-banho.
Poiso a mala e encosto-me à mesa. Finalmente sós. Vejo-o avançar timidamente até que se dá um clique e ele me enlaça a cintura, encosta o seu corpo ao meu e os nossos lábios se encontram num encaixe perfeito. Sentindo o centro de mesa a esmagar-se debaixo do meu corpo, sugiro passarmos ao quarto… Desta noite tenho poucas memórias… Sei que nos enrolámos três vezes e que me fartei de resmungar quando a luz da casa-de-banho me encadeou… Demos conta das horas já eram seis da manhã… A noite passou num ápice e chegou a hora de nos apartarmos… Despedimo-nos com sorrisos, beijos e abraços…
Sem que nada o anunciasse, liga-me nesse mesmo dia mais tarde a perguntar se nos podemos encontrar novamente nessa noite. Diz que não lhe saio do pensamento e que adorou a nossa noite. Concordo com o novo encontro e desta feita dou-lhe a direcção da minha casa. Absurdo, eu sei… mas o meu instinto fez-me sentir que podia confiar nele.
À hora marcada apareceu. Ficámos tão felizes. A sensação era a de estar a receber o meu namorado que não via há dias!
Tinha preparado no chão da sala algumas mantas com um lençol por cima e para lá nos dirigimos…sedentos um do outro… Nessas duas semanas de Verão estivemos juntos cinco vezes. Fora os telefonemas e mensagens. Acabadas as minhas férias, volto à rotina e esta aventura fica na memória como isso mesmo… Sinceramente não me recordo se trocámos muitas ou poucas mensagens nos meses frios. Sei que lhe mandei uma mensagem a dizer que iria voltar e o entusiasmo dele foi surpreendente e contagiante. Mal podia esperar por lhe colocar novamente os olhos e as mãos em cima. Por esta altura já o deixava passar ao quarto, onde passávamos noites tórridas que invariavelmente acabavam com a aurora a entrar pelas frinchas da janela. Anunciando a urgência da sua partida.
Com o passar dos anos criou-se uma estranha relação. Ansiávamos pelo Verão, embora nos comunicássemos o resto do ano. Falávamos do meu trabalho, da sua namorada, de objectivos de vida, gostos musicais… Tivemos situações divertidíssimas: desde termos ido no carro até uma falésia (queríamos uma vista bonita) e terminados, ambos exaustos com as cabeças fora das janelas, completamente nus…eis que…surge a Polícia Marítima! Nem me mexi! Aliás nenhum de nós o conseguiria nem que quisesse!!! Peço-lhe para me alcançar a minha blusa e os seus boxers. Coloco a blusa em cima de mim e digo-lhe para fazer o mesmo com os boxers. “Pronto. Estamos vestidos!” – exclamo. A Polícia passa ao largo, verifica que está tudo bem e segue o seu caminho. Assim que se afastam fartamo-nos de rir da nossa figura.
Noutra noite embirramos em ir para a praia. Vamos ver as estrelas e ouvir o mar. Devemos ter escolhido uma das noites mais movimentadas! Desde pessoas a passearem os cães, a grupinhos estridentes de jovens, a pescadores de lulas, mas lá encontrámos um pedacinho de areia que nos pareceu isolado. Enrolados na areia, embalados pelo suave rebentar das ondas entretemo-nos nos preliminares e alheamo-nos do mundo. Às tantas olhamos para a beira-mar e damos conta que algum pescador passou a poucos metros de nós! A prova: várias canas de pesca espetadas na areia à beira-mar, uma das quais mesmo à nossa frente. Fartamo-nos de rir, meio envergonhados e conclui-mos que o melhor é irmos para dentro de casa.

Tivemos uma outra aventura na praia. Tinha-mos ido à discoteca e na volta passamos pela praia e vemos lá umas barraquinhas bem convidativas. Enfiamo-nos dentro de uma pois estamos cheios de tesão. Na discoteca a minha diversão tinha sido dançar encostada a ele, deixando-o entusiasmado. Afastava-me para o deixar arrefecer e depois encostava-me de novo. O rapaz estava absolutamente em brasa. E eu também. Mas já havia demasiada claridade para podermos estar no carro, daí a dita barraquinha parecer caída do céu. Como ainda estava frio da geada matinal não nos despimos completamente. Eu estava sentada em cima dele e as nossas mãos percorriam o corpo um do outro por baixo da roupa. Estamos quase num êxtase em que nem frio sentimos e um homenzinho abre a cortina pedindo desculpa. Apanhámos um valente susto! Respondendo que saíamos de seguida. Concluímos que apesar de o senhor tomar conta daquilo, já nos deveria ter visto e deu algum tempo a ver se me via nua. Com esta demos por findadas as nossas tentativas de aventura na praia. Nessa noite ficámos a seco. Mas a nossa cumplicidade não nos permitiu afobarmo-nos com isso. Estas pequenas aventuras apenas nos uniam mais.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O meu 1º cliente

Estão a ver uma menina assustada , pois é o seu primeiro dia num prostíbulo, meio tolinha e inocente... Daquelas que só tinha feito sexo oral a um homem na vida... Era eu...
Tinha trazido de casa um vestidinho preto curto, pareceu-me adequado, e comprei os meus primeiros sapatos de stilleto...Tive de treinar um pouco, pois apesar de baixinhos (tendo em conta os que uso hoje em dia), não me sabia equilibrar neles...
Deixaram-me trocar de roupa num dos quartos e segui para a sala das meninas. Não sabia como interagir com elas...Eram tantas!!! umas sorriram, outras ignoraram-me, outras olharam-me de lado... Sentei-me quieta num cantinho e fiquei a prestar atenção ás suas conversas, tentando perceber um pouco do meio onde estava.
De repente entra a recepcionista e diz: "Sara, tens uma marcação às 14h30." Fiquei sem ar.
Conforme o tempo passava aumentava a minha ansiedade. Chega a hora. Começo a perguntar às colegas mais próximas o que devo fazer. Todas me levantam o sobrolho e uma até me diz: "O que foi? Nunca fodeste com um homem?" Encolhi-me, pois percebi que não valia a pena tentar obter apoio delas.
A recepcionista leva-me ao quarto, justificando ao senhor que tinha de me explicar onde estavam as toalhas e lençóis e como tudo se processava a nível logístico.
Ele agarra-se a mim e fico algo encolhida...presa entre os seus braços e a parede...
O vestido que me parecia adequado revela-se um tormento...o fecho não quer abrir, a tira do pescoço não quer sair... Por fim lá me consegue despir, tira-me também as cuequinhas e o soutien, deixando-me apenas de sapatos e meias de liga...
Começo a fazer a cama e ele diz-me que não será necessário, pois apenas queria sexo oral...
Sento-me na beira da cama e ingenuamente questiono se quer com ou sem preservativo.
(Um pequeno à parte. Na altura eu não tinha nada do "kit". Já nem me recordo se comprei preservativos no supermercado ou na casa. Para o quarto apenas levei um preservativo na mão...)
Vejo os seus olhos maquiavélicos brilharem e diz-me que pode ser sem... (Na altura eu não sabia que ninguém lhes dava essa escolha)
Chega-se a mim com o membro em riste...respiro fundo e ponho-o na boca... O sacana aproveitando-se da minha ingenuidade não me avisa e ejacula... Cuspo imediatamente, enquanto ele continua a ejacular para cima das minhas coxas... E diz-me algo assim: " Ah..desculpa lá. Já te sujei toda." Mas num notório tom de gozo... Em estado de choque respondo que não faz mal e peço licença para me ir lavar... Tomei duche, lavei as meias, arrumei o quarto e fui chamar a recepcionista para avisar que o senhor ia sair...
Assim que voltei para a sala das meninas agarrei na minha escova de dentes e na pasta e corri para a casa-de-banho... durante as duas horas seguintes lavei os dentes diversas vezes... Sentia a minha boca suja e quando olhava para o espelho não reconhecia aquela pessoa... Não me recordo do resto deste dia, pois como a maioria das iniciantes estava em estado catatónico...
Mais tarde soube que este gajo só é chamado quando aparecem novidades "virgens"...

Porquê Sarah Sweet?

É uma questão que muitas vezes me colocam.
Satisfazendo a vossa curiosidade.
Quando fiz a minha entrevista para enveredar neste meio a recepcionista disse-me que não gostava de nomes muito artísticos, mas sim de nomes normais. Olha com atenção para mim, pensa nos nomes das meninas que lá tem e diz: "Serás Sara". E assim ficou.
Quando comecei a trabalhar com anúncio próprio acrescentei o H e o Sweet, pois todas tinham nome e sobrenome. 
Confesso que foi um misto de vaidade e marketing, pois queria ter um nome mais internacional e que ao mesmo tempo me definisse.
Como me lembrei do Sweet? 
Quando comecei não sabia como lidar com homens desconhecidos, principalmente numa situação tão íntima. E uma pergunta começou a ser recorrente:" És sempre assim tão doce e atenciosa?" Eu ficava deveras espantada, pois achava que era o mínimo. Mas aparentemente não era normal...
Por isso fiz questão que o meu nome fosse o meu cartão de visita.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

"Um regresso inesperado, ou dois. Me and you!" by Peter Petrelli



Voltar a escrever um TD, só nisso há bastante assunto para desbobinar, mas, como o que interessa aqui é mesmo o TD, faço só uma pequena achega que serve como posicionamento na história e também de luz para o porquê de o escrever.

Desde há algum tempo que a minha assiduidade neste mundo do sexo a pagantes tem vindo a esmorecer, ainda bem que só é isso que esmorece, pois a minha libido continua em alta. A tal assiduidade esmorece por alguns motivos, um pouco por estar saturado de fóruns e de tudo o que os envolve, para o mal ou para o bem, isto de falar, de escrever e ler sobre idas às meninas é em si um catalisador desse mesmo comportamento.
Isto tudo para dizer que ainda vou ocasionalmente, já que ainda não assentei, e ainda mais ocasionalmente vou escrevendo qualquer coisa, que serve simplesmente para manter a capacidade de escrita relativamente aguçada e que ao mesmo tempo tem sido algo que também me tem dado prazer fazer ao longo destes anos.

Como já disse anteriormente, as minhas investidas têm sido parcas e basicamente tenho-me centrado nas mesmas acompanhantes, o que me fez percorrer na memória algumas com quem estive e também em especial sobre quem eu vou escrever agora, a Sarah Sweet, também conhecida nestes dias como Carlota Amorim aí pelos anúncios da net.
Tive há algum tempo um par de encontros com a Sarah, é como estou habituado a trata-la, que ficaram na memória e que a fizeram ficar no topo das meninas da má/boa vida com quem tive o prazer e acrescento também, a honra de ter estado. Digo honra, porque como já tive a oportunidade de dizer, só as que se entregam verdadeiramente a isto e são capazes de dar algo de si próprias a quem está com elas, são merecedoras de no meu ponto de vista considerar uma honra e privilégio estar com elas. Assim sendo, tinha de voltar a poder vê-la.

Bem, claro que a Sarah está totalmente encaixada nesta minha opinião, não porque escrevo isto para lhe amaciar o ego, mas porque é a verdade.

Apesar de a maior parte das vezes que tenho escrito sobre as minhas idas à má vida, têm sido para consumo interno e para apaziguar alguma saudade da escrita para as massas, desta vez escrevo novamente par um publico mais extenso do que somente um, eu.

No entanto, serei o mais verdadeiro e realista possível, como tem sido o meu apanágio.

Como eu e a Sarah já temos uma certa história, quando finalmente me decidi a contactá-la, o prazer e desejos escondidos no meu sub-consciente, voltaram a aflorar assim que escutei novamente a sua voz. Memórias de acontecimentos passados foram reavivadas e o desejo de a voltar a ter apertada contra o meu peito foi aumentando cada vez mais.

A Sarah actual está um pouco diferente da Sarah que eu conheci da primeira vez, mas sem grandes diferenças que me tenham feito estranhá-la ao primeiro olhar. A diferença principal prende-se ao enquadramento da situação em si, das outras vezes encontramo-nos num terreno neutro e seguimos para o nosso destino como que algo despercebidos. Sempre a vi vestida normalmente, com uns jeans e uma t-shirt e um calçado normal para o tempo seco. Tal como eu descrevi noutro texto mais antigo sobre ela, parecia a rapariga da faculdade que passou a ser a amiga colorida que levávamos para uma pensão para uma escapadela matinal.

Note-se que não fui para a faculdade e só de pensar no que perdi, volto a penitenciar-me de tal erro crasso.

Só que agora as circunstâncias são diferentes para nós os dois e passaram a ser iguais para a maioria das nossas experiências, fui ter ao apartamento onde ela atende na Columbano Bordalo Pinheiro, o mesmo apartamento de outra “ilustre” menina que na minha opinião, que vai ser mesmo breve, perdeu bastantes qualidades, por razões que me são totalmente desconhecidas e deixemos o assunto por aqui.

A diferença principal no meu primeiro vislumbre da Sarah, é que estava mais alta. É o resultado de estar em cima de uns sapatos rosa que lhe vira num dos seus anúncios online e que lhe ficam tremendamente bem. Além disso, envergava um vestido curto que lhe realça as formas de um modo bastante sensual e que me deixou logo em sentido.
O que sempre me atraiu mais no seu corpo, são as suas pernas e o rabo e aqueles saltos dão-lhes umas formas ainda mais deliciosas, até gracejei qualquer coisa sobre uma fotografia acerca da posição em que ela se encontrava. Outra coisa que sempre me cativou na Sarah, são os seus lábios, que para mim têm um volume que os tornam únicos, há um anuncio antigo dela, que ainda pode ser visto no site do Jetladies, em que se pode encontrar a fotografia da Sarah que mais me cativou.
É uma foto em que ela está com uma mão a descobrir um seio e se vê também aquela boca e lábios sensuais que fazem pelo menos três coisas tremendamente bem. Dão beijos tão intenso que são capazes de tirar o fôlego, o que adoro, chupam o meu mais novo até ao ponto de me deixar louco e finalmente por entre eles é capaz de proferir palavras bastante inteligentes, parece impossível tantos atributos numa só pessoa, quanto mais nuns lábios.

Achei a Sarah mais elegante do que antes, perdeu algum volume geral, um pouco nas pernas e coxas, mas também onde ela precisava, que era na cintura que está melhor. Tal como ela sabe, se emagrecer mais, quase de certeza que perde um pouco das suas caracteristicas de marca que chamam mais à atenção, as pernas, as ancas e o rabo, e tendo ela uns seios médios para o pequeno, ficará com eles ainda mais pequenos, até pode ser que lhe fique bem, mas gosto muito de como ela está agora. Acho que não vale a pena sacrificar perder um pouco disto tudo, para também perder um pouco mais de cintura, é o tipo de corpo que ela tem. Mesmo apesar de ser baixa, tem um corpo que chama à atenção e então com aqueles saltos e aquele vestido é mesmo uma visão.
Outra característica que me parece diferente são os cabelos que me parecem um pouco mais curtos e estarem loiros, que ficam bem com o seu tom de pele.

Apesar de estar com uma fome de Sarah de todo o tamanho, não me furtei a “perder” algum tempo a trocar algumas ideias e a actualizar as nossas situações, já há bastante tempo que não falávamos.

Bem, passado um bocado, ou eu já não dizia coisa com coisa, ou ela percebendo que já estava algo desnorteado, encostou-se mais a mim e deixou aqueles lábios acercarem-se dos meus, para eu parar de dizer baboseiras e tratar de fazer alguma coisa construtiva, que foi o que fiz mesmo.
Puxei-a para bem junto de mim e encetamos uma sessão de beijos interminável, lábios comprimidos e apartados, as nossas línguas invadiam o espaço de ambos, num vai e vem tresloucado e incessante. Nem para recuperar o fôlego descolávamos as nossas bocas, adoro esta intensidade, dá-me uma tesão enorme e um prazer tremendo, pois sinto que aquela mulher que está ali nos meus braços, entrega-se ao momento sem entraves.

As minhas mãos percorriam o corpo dela com Determinação e urgência, queria sentir todo o corpo dela sem deixar escapar nenhum pedacinho. Claro que isso foi uma tarefa impossível, pois assim que tirava as mãos dos seus seios, queria imediatamente voltar a aperta-los, assim que apalpava as suas pernas ou o rabo não queria largar, por isso a minha exploração do seu corpo era algo “all over the place”, ou seja totalmente indecisa e totalmente decidida, não sei se me faço entender, mas esqueçam lá isso.

Assim, após uma bastante prolongada sessão de marmelada e esfreganço, decidimos passar a acção para uma localização mais horizontal, um colchão daqueles baixinhos, mas bastante confortável para a prática do coitus (foi o meu momento Sheldon Cooper, quem não percebeu, “google it”). Há também no quarto uma daquelas mesas de massagens, mas se algum de vós já tiver lido alguma coisa do que escrevo, sabem que uma massagem é a ultima coisa que passa pela minha cabeça. Quer dizer, bem, não é a ultima se for eu a fazer a massagem, o que significa simplesmente que é mais uma bem justificada desculpa, para eu poder passar as mãos por todo o corpo de uma mulher, o que leva obviamente à primeira coisa que está no meu pensamento quando estou a fazer uma massagem numa mulher, se eu for suficientemente competente nisso ela vai ficar toda melada para mim, lol!
O que não deixa der ser um objectivo bastante digno, coff, coff.

Finalmente deitados naquele colchão livramos-nos das peças de roupa que ainda temos e passamos a coisas bastante mais intensas, como dentadas de “amor” e dedos penetrantes, os meus pois está claro, ela é mais de palmadas e unhas a deslizar pelo meu corpo, especialmente quando está no seu modo mais selvagem. Já tive oportunidade de experimentar algumas vertentes do seu apetite sexual, desde a doce e controlada até à selvagem e intensa, mas acho que ainda não lhe conheci os extremos dessas vertentes, talvez me assustasse, talvez…

Bem deixemo-nos de probabilidades e continuamos para o que se seguiu, que foi algo que gosto muito de fazer, que é brincar e saborear com a minha língua uma greta saborosa e acolhedora, não sou gabarolas, mas até acho que me saio decentemente nisso, espero eu. Algum tipo de prova é que passei bastante tempo “lá em baixo” e ela deixou, e também gemeu, estremeceu, apertou-me, puxou-me e de vez em quando parecia zangada por eu parar. Um gajo tem de respirar, ainda não domino a apneia dos dez minutos, sorry.
Já todos sabemos que as mulheres nunca se dão totalmente por satisfeitas, mas ao fim de algum tempo, lá achou que eu já tinha feito o bastante por enquanto. Claro que em menos de nada já estava toda restabelecida e pronta para me saltar para cima. Ora, como executar as artes da oratória numa mulher até me dá bastante tesão, não demorei muito a ficar com o pau totalmente em riste, enquanto ela o ia fazendo desaparecer por entre aqueles lábios carnudos.

Ela, sentindo-me mais que pronto para o tipo de acção mais exigente, plastifica o meu mais novo e com um menear de ancas fá-lo “escorregar” para o interior da sua greta húmida e acolhedora. Desta vez, disse-me que se sentia algo mais sensível, ou seja, seria uma sessão de sexo com a Sarah mais doce e controlada, mais calma e paciente. Com um jogo de cintura e ancas bastante lento e saboroso, foi controlando a cadência com que era penetrada, com movimentos de ancas para a frente e para trás ia fazendo com que a sua pélvis entrasse em contacto com a minha, causando assim uma certa fricção, o que lhe proporcionava um prazer mais intenso. Eu simplesmente deixei-me ir ao sabor da acção, com as minhas mãos colocadas nos quadris dela sentia todos os movimentos que ela executava montada sobre mim. Ocasionalmente apertava os seus seios, ou então puxava-a para mim para lhe pedir mais uns beijos prolongados. Quando ela se inclinava para me beijar mudava a direcção do movimento das ancas, passando a ser um movimento para cima e para baixo. Foi assim que durante um bom bocado alternávamos entre a posição de cow-girl, com a posição do missionário.

Também eu estava virado para o sexo mais calmo e mais intenso, ao invés do mais selvagem, assim, passamos algum tempo a saborear o momento até as coisas começarem a aquecer, não sou de ferro e aquilo tira-me do sério, ainda fui tentando controlar um pouco com uma respiração mais profunda, mas chegou o momento em que já não havia controlo possível, ela percebeu que a minha respiração já estava totalmente descontrolada e continuou os movimentos de ancas até eu atingir o orgasmo e ficar todo espremido até à ultima gota. Depois, bem depois ainda martelou em cima de mim mais um pouco como que a zombar do meu estado e a deixar-me ainda mais maluco enquanto o meu corpo era inundado de espasmos de prazer.

Finalmente deu-me tréguas e parou. Trocamos mais alguns beijos e caricias e depois tratou de retirar-me a borrachinha e limpar-me, roubou-me mais alguns beijos e depois deitou-se calmamente ao meu lado.
Assim ficamos a descontrair pacificamente até eu ter de me ir embora…

É verdade que já existe uma certa confiança e cumplicidade entre nós, é algo que foi acontecendo, mesmo apesar de eu ter estado afastado bastante tempo do contacto com a Sarah. No entanto acho que é algo que ela consegue ser com todos, desde que sejam verdadeiros e respeitadores, acredito que a Sarah é capaz de muita coisa para nos deixar plenamente satisfeitos.
É de facto um doce!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

- Uma pausa temporal do meu afastamento

  (Nota do blog: este TD será mantido no anonimato a pedido do autor)

O primeiro contacto que tive com a Sarah tem cerca de 5 anos, através de um fórum, esse conhecimento/amizade foi evoluindo e durou cerca de um ano, ano e meio sem nunca passar do Virtual !!
Sempre ficou a vontade de conhecer a Sarah , sempre foi um querida, cheguei a marcar uma ou duas vezes mas por este ou por aquele motivo acabou por não acontecer …

Passaram 3 anos e meio e resolvi quebrar o meu jejum, contactei alguém que sempre tive vontade de conhecer (mesmo que nesse encontro não existisse sexo) , havia a curiosidade de conhecer alguém com quem tinha tido longas conversas.
Fiz uma 1ª abordagem onde não me identifiquei , falei com ela como se nunca a tivesse conhecido, a sua simpatia e o poder de sedução que a sua voz transmite, desarmou-me ...o tempo fez-me esquecer que essa era a principal característica da Sarah ( é espontânea e sagaz nas suas resposta,s meia duzia de palavras e já estava pronto para tudo), esclareceu-me tudo o que podia e o que não fazia (mesmo? :D) , obtive tudo o que queria saber sobre o momento em que me encontraria com a Sarah … acabei por me identificar … afinal (a Sarah merecia isso) .
Após a minha identificação o entusiasmo subiu e a conversa fluiu como se dois amigalhaços se encontrassem depois de se terem separado por anos , falou-se um pouco do passado, do presente e claro do futuro ( O credito acabou ), a Sarah ligou (continuamos a falar) até que a minha bateria ficou a "soro" e acabamos por nos despedir sem que existisse dia especifico para um novo telefonema!!!

Fiquei satisfeito e ponderei seriamente se iria quebrar o meu afastamento das lides “fodisticas” ou se iria continuar no meu recanto e pacato mundo ... até que tudo se conjugou para que eu quebrasse o jejum , pois iria estar sozinho no fds (pensava/queria eu)!!!
Perguntei se a Sarah trabalhava no dia que me dava jeito, (penso que ) ela alterou as suas rotinas para que isso se torna-se possível (perfeito) , marcamos então para o dia 25, o dia da Liberdade !!!
Existem dias que se acabam por tornar inesquecíveis e tenho a certeza que este será um deles, pelo modo como tudo aconteceu …
dia 25 o dia começa com uma noticia que podia atrapalhar os meus planos ... consegui resolver e combinei com a Sarah que a iria buscar , pois não tinha a certeza do horário e para não a fazer esperar combinamos desse jeito!!!
- Da-me 10m acabei de sair do banho estou com a toalha enrolada !!!
10 -15m depois lá estava a Sarah no local combinado … perfeito!!!
Olá
Olá
A Sarah aparentava estar descontraída, para quem nunca se tinha visto, o 1º impacto foi muito bom, a Sarah aparenta ter menos uns 5-6 anos em relação a sua idade real.
Lá seguimos para o AP … (todo e qualquer fetiche que pudesse existir/realizar-se fora do seu AP ficou sem efeito (já faltou mais para se tornar uma realidade hehehe ) chegados ao AP da Sarah fomos para um quarto típico de massagens, tatami, velinhas e música ambiente , eu particularmente gosto deste tipo de ambiente!!

Podes despir-te !!!
Queres que te faça um strip queres ver …
Já me fizeram ….
Náhhhh  – (quem sabe numa próxima vez ;)
Tira-me essa pastilha que já me estas a enervar!!!? E sai do quarto para ir buscar as toalhas …
Lá me despi em privado ... 
Vamos???
segui a Sarah ... só me apetecia  ( #$%&)
Aquece a água que já volto …
Como sou bem mandado assim o fiz... água quentinha .. a escaldar :P
Ai tão quente … põe mais fria...
Fdx (pensei eu ) acabei de almoçar :P
O banho a dois é sempre algo bom de se fazer... numa espaço maior, com outro tipo de banheira etc ,

Acabamos por fazer a higiene intima mutuamente algo que começou por despertar algo mais …
Já no quarto inicia-mos uma massagem mais virada para o trabalho corporal (ai ai … ui ui... caraças ...) do que para o prazer , depois aos poucos a sensualidade foi aparecendo e eu deixei-me levar … sentir a Sarah esfregar as suas mamas no meu corpo, o seu clitóris …. deixou-me com vontade … continuava a esfregar-se (que tesão que aquilo deu-me) , mal a Sarah pede para me virar, obedeci mais uma vez à sua ordem  mas fiquei a meio caminho, virei-me de costas para ela, onde ela estava sentada e eu foi mexendo no seu corpo, senti o seu calor vaginal, senti que o clima estava propicio (ao meu jeito) … fui mexendo na Sarah de forma subtil onde existiu muito contacto …
a Sarah queria provar-me e iniciou com um oral ao natural muito bem trabalhado, sugou o que havia para sugar … estava a gostar (ficava ali o resto do dia :D )… comecei a acariciar a Sarah nos peitos , a tocar no seu corpo, a sentir a sua suave pele … pedi-lhe então “deita-te” …  continuei a acaricia-la, sentir o seu clitóris, tocar nos seus lábios vaginais, tocar-lhe de forma ainda mais subtil no ânus, introduzi um dedinho , tentei perceber onde era o local de prazer da Sarah, depois de alguns gemidos, a Sarah queria mais, coloquei mais um dedo... (sabia que a Sarah gosta de dominar embora o nosso encontro não passasse por esse tipo de fetiche), mas aconteceu , tinha a Sara como e onde devia/queria estar, eu estava dentro dela, tinha o poder nas minhas mãos, controlava a Sarah de duas maneira sexualmente e emocionalmente, a Sarah gosta muito do contacto físico, da envolvência etc... ela queria beijar-me, ela queria ser beijada e chupada eu negava o que ela mais queria… colocava freneticamente os dedos dentro dela e dava ligeiro toques no ânus, ela estava deitada, tentava levantar-se e beijar-me, (queria ser ela a controlar ) , não o permiti, empurrando-a para o Tatami por diversas vezes, notei que isso excitava-a , o seu desejo em controlar aumentava, eu permiti que existissem pequenas escapadelas, alguns xoxos iam acontecendo … permiti que a Sarah liberta-se um pouco do seu desejo demos um linguado (deixei que esse fosse o momento alto) , após isso voltei a “dominar “ a Sarah, ela queria, tentava.. mas não passava disso mesmo, tentativas em que eu não permitia mais do que um aproximar (sem existir violência)… coloquei-me por cima dela sentado de pernas abertas ligeiramente abaixo dos seus peitos... numa posição que lhe permitia apenas chegar com esforço ao meu pénis, a muito custo e a olhar-me nos olhos ela colocava a cabeça e começava a suplicar – deixa-me sair
Depois de alguns pedidos assim o fiz, ela introduziu a camisa e chupou um pouco, veio para cima de mim, colocou-me dentro dela, e com movimentos suaves fazia com que o seu prazer fosse duplo, vaginal e por outro lado clitoriano pois o contacto com a minha pélvis nunca deixou de existir … alguns suspiros, alguns gemidos e alguma impaciência da minha parte fizeram-me querer mudar de posição … coloquei a Sarah numa das posições que mais aprecio mas ela não gostou ...
-Entra pouco
Pedi-lhe então para se deitar eu ajoeilhei-me abri as pernas e coloquei-me dentro da Sarah, ergui as suas pernas até ao nível dos meus ombros, outra posição que adoro fazer... principalmente se a pessoa em causa me conseguir excitar para a parte da podolatria … não funcionou com a Sarah pois aquela posição dava-lhe algum desconforto, ela deixou as pernas na sua zona de conforto... sempre com imenso contacto pelvis/clitoris e pénis/vagina... conseguia dar algumas estocadas mais fortes mas apenas a parte final … estava a ser muito intenso , alguns orgasmos vaginais iam acontecendo a pontos de me descontrolar e ficar perto do fim... tive de pedir para parar, continuei dentro da Sarah com os dedos, a Sarah voltou a abocanhar-me e rapidamente voltei à carga , toquei-lhe da forma que ela gosta, penso que o aprendiz seguiu literalmente os passos dados pela professora e a respiração, os movimentos pélvicos da Sarah , e a sensibilidade pós orgasmo não deixaram esconder a nota positiva … perdi por momentos a tesão (preservativo?, não estar ali a 100% ) , a Sara retirou a camisa e rapidamente ele se ergueu , era agora a minha vez, Sarah literalmente lambeu-me todo , chupou o que havia para chupar , estava literalmente encharcado em saliva … eu estava em êxtase, pensei parar e recuperar as forças mas (o tempo já ia longo, o poder haver uma recaída) não o fiz e disse que me ia vir ... perto do final... a Sara lambeu-me e sugou os testículos e acabei por gozar … gostei da continuação por parte dela por vezes faz-me impressão mas com ela funcionou ;) ... ficamos um pouco deitados a ver as estrelas … LOL
Fomos tomar banho …
Fiz o pagamento e até já …

IDADE: 32
PESO: 55 a 60 não deve fugir muito disto 
ALTURA: 1,60 +/- 
COR: morena
PELE: onde deve ser suave tem suavidade e noutros locais mais espessa 
ROSTO: Normal … aparenta ter menos idade pelo seu rosto
OLHOS: penso que castanho :P 
CABELOS: acastanhado claro 
PEITO: Pequeno mas para mim perfeito e bonito
 RABO: Bom, com a textura ideal 
PELOS PÚBICOS: Liso
COMPANHIA: excelente, 100% GFE mas nota-se que gosta também de coisas mais intensas 
HIGIENE: super asseada , lavagem mutua 
BEIJO NA BOCA: Muito e beija como se não existisse amanha … gosta de colocar a língua até às amígdalas 
ORAL: Sem … muito bom provavelmente o melhor!!! 
ANAL: Não faz 
VAGINAL: Muito bom , pois ela gosta de o fazer com calma, sem grandes marteladas !!! 
MASSAGEM: muito profissional , tem força nas mãos o que em certas partes do corpo deixou-me KO 
PROPINA: 100€ - deixados em baixo do porta velas...
TEMPO: Não controlei hahaha … foi por certo mais de uma hora 
TELEFONE: Bastante comunicativa e correta … faz o que promete
COMPORTAMENTO: A sarah gostar de ultrapassar limites, gosta de dominar a situação de fazer o cliente perder a cabeça, faz com que aquele momento seja único e irrepetível .

Notas finais .. Adorei conhecer a Sarah e muito provavelmente um dia que volte a quebrar o jejum .. está na minha check list !!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Actualização de horário

Como prometido venho-vos informar do meu novo horário:

2a a 5a das 9h às 24h e 6a das 9h às 17h.

Aos sábados e domingos poderei ir ao apartamento mediante marcação de quem já conheça.

E deixo-vos o link da minha sessão no sousexy:

http://www.sousexy.pt/carlota-amorim-3159